Fala Patti: Balada aos 20 x Balada aos 30


Oi, oi pessoal!
Tudo bem por aí?

Então, gente... Dias desses, fui pra balada!
O noivo e eu resolvemos que queríamos sair pra dançar e faríamos o possível para que o rolê fosse exatamente igual aos rolês de dez anos atrás. No fim das contas, algumas coisas não saíram como o esperado e o resultado foi uma noite de descobertas e muitas, mas muitas risadas.



Só uma observação: quando jovem, eu raramente ia para as baladas que tocavam música eletrônica enquanto o noivo só ia em lugares assim.

A escolha do lugar 

Aos 20: Nem tinha muito o que pensar ou nem rolava muita pesquisa - a gente ia e pronto!
Aos 30: A pesquisa começou na quarta-feira (torcendo para que a animação para a balada durasse até a noite de sábado). O primeiro choque: onde pesquisar? Quais são as baladas 'da moda'? Eita, na minha época era mais fácil! 




Queríamos sair para algum lugar que tocasse música eletrônica (lembra que a ideia era dançar a noite inteira? Então!) e que fosse na Vila Madalena, que é relativamente mais perto da minha casa que Vila Olímpia, por exemplo. Ok, isso parecia quesitos demais para a escolha do lugar!
Decidimos conhecer o HighLine Bar - ele atendia todos os nossos critérios (que nem eram tão impossíveis assim, vai!)

O percurso 

Aos 20: Caronas eram mega bem vindas e sempre rolavam! Mas, quando não, a gente ia até de ônibus (nossa, cansei de ir pra balada de ônibus!). Táxi? Quase nunca!
Aos 30:  Ir de carro já não era bem a nossa opção preferida, pois eu não dirijo e o noivo queria aproveitar e beber alguma coisa. Decidimos ir de Uber e saiu bem mais barato que ir de carro, por conta do estacionamento. Sucesso!

Chegando na balada e...

Aos 20: Oi? Jamais chegaria na balada sem fazer um esquenta em algum lugar! Imagina, ainda nem era meia noite, cedo demais para entrar na balada.
Aos 30: CHOQUE! Tinha FILA pra entrar na balada!! Mas tipo MUITA FILA! "Nossa, é mesmo... Baladinha eletrônica tinha dessas mesmo!", disse o noivo. "Por isso eu quase nunca ia na baladinha eletrônica", pensei.


Confesso que nessa hora meio que bateu a bad. Não esperávamos que nada estragasse a nossa noite, por isso nem contamos com um casual desânimo que apareceu nessa hora. Não nos deixamos abater, paramos num bar só para pensar num plano B: mas quase todos os bares estavam fechados, já eram quase 1h da manhã. "Eita, como os bares fecham cedo", pensamos nós, pessoas de 30 anos jovem-pra-ser-velha.

Decidimos ir para o Morrison Rock Bar, uma casa que eu ia muito por volta dos meus 20 anos: boa, barata e com uma banda ao vivo sempre excelente.

Durante o rolê:

Aos 20 e aos 30:Que baita surpresa! Assim que entramos no lugar, talvez pela familiaridade do lugar, tudo parecia como sempre foi: chegamos, deixamos bolsa e casacos na chapelaria e fomos pra pista - onde permanecemos até ir embora.
Chegamos em casa mais de 5h da manhã e, para nossa alegria, não estávamos moídos como a gente achou que ficaríamos. Fomos dormir não cansados e felizes por ter tido uma noite tão divertida.




Considerações

Falo por mim, mas acredito que o sentimento do noivo tenha sido o mesmo: essa noite nos fez perceber que não somos tão velhos assim. Talvez tenha dias que queremos mesmo ficar em casa, com um bom vinho e um bom filme... Mas também tem dias em que queremos aproveitar as baladas da maior cidade desse país sem medo de ser feliz. Porque do mesmo jeito que hoje temos saudade da disposição dos 20 anos, amanhã teremos saudade dos 30. E por isso, queremos olhar pra trás com saudade de toda a juventude que aproveitamos - ao máximo.
Decidimos que faremos de tudo pra pegar uma baladinha pelo menos uma vez por mês. E programar uma eletrônica melhor, da próxima vez.
Bora?

Espero que tenham gostado da minha aventura! Quem sabe da próxima não role um vlog? Hein? Hein?
Um beijão e até mais!! ;)


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