#PallomaVaiSecar: sobre ser atropelada pelo (equívoco no) planejamento


Olá, suas maravilindas! Tudo bem?
Sentiram a minha falta nestas últimas semanas? Eu senti! Falta de mim e de vocês. Este último mês foi especialmente intenso e tenso para mim, estou com a sensação de que março teve 12 semanas. Muito disso, por minha opção e culpa. Hoje o post é sobre você querer abraçar o mundo e, obviamente, não conseguir.
Como já comentei com vocês além de atuar como jornalista, sou consultora da Mary Kay.Tenho metas no trabalho, aquelas que a ente tem quando faz planejamento e aquelas que brotam da terra e tem deadline para ontem. Na Mary Kay, também tenho metas. Eu sempre gostei muito de realizar, da sensação incrível de riscar alguma coisa da minha lista de tarefas profissional.  Eu gosto tanto que arriscaria dizer que sou viciada nisso.
Aí juntamos o fato de eu ser viciada em trabalho, com o fato da minha chefe ter saído de férias e eu ter respondido pelas tarefas dela, com metas mais audaciosas em Mary Kay e mais três viagens a trabalho em quatro semanas. Tcha-nam! Coube tudo na agenda, mas não coube na vida!
Todas as minhas estratégias de manter a dieta nesse meio tempo foram ineficazes ou quase. Primeiro, furei o meu planejamento das compras. Quase um ano depois de ter iniciado o processo, vocês acreditam que ainda não brota pão integral sem açúcar na minha dispensa? Um absurdo, né? Quando eu comprei as coisas, esquecia de comer. Teve um dia em que eu jurava de pé junto que estava tendo enxaqueca, mas era só fome de 14 horas de pois de um dia chio de tiques na lista de tarefas e nenhuma fibra pro estômago. Nos hóteis, não tinha pão integral e iogurte desnatado. Mamão, que conste, foi a única constante.
A principal diferença de hoje para o início da ieta é que antes emagrecer era o principal objetivo da minha vida. Era a coisa mais urgente e importante que eu tinha para fazer porque a minha saúde estava em jogo. Agora, com os índices controlados, as minhas urgências mudaram, meu foco saiu pra dar uma voltinha nas outras áreas da vida e não voltou.
E a minha agenda também. está oda pintada com cores que não tem nada a ver com as minhas idas à quitanda para comprar frutas frescas ou à Mundo Verde. Planejamento é bom se trabalha para as suas metas todas, se não ele te atropela. Acho que já disse isso antes, mas é o caso de voltar para prancheta e rever o projeto. O que super desanima, confesso. Recomeçar é um porre! Mas, se eu estou cansada de recomeçar, deveria eu deixar de desistir, mesmo que seja involuntariamente.

Amanhã tenho consulta na endocrino. Nem os remédios que ela me mandou fazer eu lembrei de tomar, acreditam? Oremos! Vou contar tudo ao vivo lá no Snap, tá?! Me sigam no palloma.mina! Rs.


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