Lollapalooza 2016: como foi estar no festival


Oiê!

Depois de tantos "Esquenta Lollapalooza", nada mais justo do que eu vir aqui contar, em detalhes, como foi estar lá, né?

Para facilitar a leitura e ficar mais dinâmico, vou separar por dias. Bora?

Sábado
Esse ano, utilizamos o trem tanto na ida, quanto na volta. Para ir, como sempre saímos cedo para evitar filar, o trem estava super tranquilo (tanto que fomos sentados em todo o percurso). Chegando no festival, procuramos um dos caixas mais distantes da entrada e compramos alguma 'Mangos', a moeda oficial do evento. A diferença desse ano para o ano passado é que 1 Mango equivalia a 1 real.
Quando entramos, o Matanza estava no palco - mas aproveitamos esse espaço de tempo para comer alguma coisa, já que depois ia ser um show atrás do outro.
Em seguida, fomos para o palco Trident at Perry's, o palco eletrônico. Matthew Koma fez um show bem legal - opinião de quem não é muito fã de música eletrônica.
Saímos um pouco antes do final para dar tempo de chegar no palco Skol, o principal do festival, a tempo de ver os veteranos do Bad Religion - que emendou um clássico em outro e agradou a maior parte do público.
Saímos um pouquinho antes do fim de Bad Religion para garantir um bom lugar no show do Of Monsters and Men - o que foi uma excelente escolha. Conseguimos um bom lugar e deu pra ver o show direitinho, mas o som do palco Onix não estava lá essas coisas.
Pausa para comer e ver um pedacinho do Tame Impala e bora voltar para o palco Onix e ver Mumford and Sons. Decidimos ficar em lugar estratégico, na lateral perto da pista, pois a ideia era sair antes de acabar e correr para o palco Skol e garantir um bom lugar pra ver o Eminem.
Por sorte, eles tocaram as minhas músicas preferidas antes da gente abandonar o show.
As 21h30 em ponto ele entrou! Sério, aquela mesma sensação de ver o ídolo da adolescência ao vivo veio com toda força - era o Eminem e era ele ao vivo! Que show incrível!
A volta pra casa foi de trem e foi assustadoramente tranquila.

Domingo
Sério, acordamos montados no desanimo. Mas, mesmo assim, pegamos o trem rumo a Interlagos e lá chegando, aproveitamos para comprar mais mangos e comer e beber.
Em seguida, fomos um pouquinho no palco eletrônico, onde um DJ (que eu não me lembro o nome, sorry) fez um show massa - até pra mim, que não sou a maior fã do mundo de musica eletrônica.
O tempo estava mega fechado e, como no dia anterior, fez frio.
Fomos para o palco Onix, onde começaria o show do Alabama Shakes e foi incrível! Show único e voz espetacular!
Em seguida, Noel Gallagher fez um show lindo, regado a muitos hits do Oasis e levantando a plateia - embora com algumas doses de arrogância, é verdade.
Comemos assistindo ao show de Noel e fomos para o palco Onix novamente, onde Jack Ü prometia levantar a galera - e levantou! Como eu disse, não sou a mega fã de musica eletronica, mas fiquei altamente impressionada com a performance dos caras.
E, por fim, assistimos um pedaço de Florence e um pedaço de Planet Hemp e fomos embora antes do final.

Considerações
É a terceira vez que eu estive no festival e é super difícil dizer em qual ano estava melhor. Esse ano, apesar de não ter muitas bandas que eu conhecia, tinha o Eminem - um ídolo da adolescência é sempre um ídolo da adolescência - coisa que já não tinha nas edições passadas.
Eu gostei muito desse ano e acho que tudo melhorou bastante, no que se refere a estrutura e organização.

Ano que vem tem mais! :)


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