Lollapalooza: como foi estar no festival


Yayyy!
Gente, acabou! Um dos melhores finais de semana dos últimos tempos e uma das melhores experiências da minha vida!
Hoje eu vou contar um pouquinho, mas com detalhes, como foi estar num dos maiores festivais de música do mundo! O Lollapalooza Brasil!



Sábado
Nós (e a maioria das pessoas) decidimos usar o transporte público para ir ao festival. Como tínhamos a experiência da mega fila do ano passado, esse ano saímos de casa cedo. Fomos sentadinhos no trem até Interlagos e não pegamos nenhuma fila absurda pra entrar. A revista foi rápida, não olharam nada (na verdade, a segurança pela qual eu passei estava barrando apenas desodorantes. Vai entender). E, finalmente, adentramos no festival.

De cara, fomos comprar o Lolla Mangos, que era a "moeda" oficial do evento. Uma enganação, porque 1 Lolla Mango era igual a R$ 2,50 - o que obrigava a gente ficar fazendo contas o tempo todo. Uma jogada pra você achar que tava pagando menos.
Os preços eram os esperados pra grandes eventos assim: uma cerveja (Skol) R$ 10, um refri (Pepsi) R$ 7,50 e um copo de água (pelo menos não eram os dos menorzinhos) R$ 5.
Pra comer, além das lanchonetes oficiais do evento e do Chef Stage, 40 food truks estavam espalhados pelo autódromo, o que salvou muito - uma vez que os preços eram um pouquinho mais honestos.

Com a não vinda da Marina & The Diamonds, os horários do palco Axe foram reprogramados (e assim, eu perdi o show do Nem Liminha Ouviu).
O primeiro show que assistimos foi da Banda do Mar (falei deles aqui). Concordo que é um estilo mais levinho, o que não empolgou tanto (exceto com as músicas dos Los Hermanos). Particularmente, não gostei muito do show - e nem posso dizer que não era o que eu esperava, porque eu não esperava nada mesmo (Miss Sinceridade 2015).

Em seguida, tiramos uma horinha pra comer e torrar uns Mangos (kkkkkkk). Pensamos em ir nas lanchonetes oficiais, mas algo nos levou aos food trucks - que foi a salvação. Comemos um lanche de frango, muito parecido com o do Subway (inclusive no tamanho). Foram R$ 17,50 no lanche, que era delicioso. Lógico, os preços de festivais nunca serão parecidos com os preços fora dele, então consideramos este um preço muito justo.

Durante o show do Alt-J: visão privilegiada do morro
Ai, na sequência, foram os shows delicia de Alt-J, Kasabian, Robert Plant (que eu fiquei seriamente emocionada em ouvi-lo ao vivo) e Kongos. Foi assim mesmo, acabou um e começou outro - e a gente correndo de palco em palco pra dar tempo de ver tudo.
Depois de Kongos, meia hora pra abastecer (comer e beber) antes do show do Bastille (que eu falei deles aqui).
O show do Bastille foi fantástico!! O que me ganhou muito foi às três últimas musicas, os maiores hits da banda. Pompeii tocou frenético, sob as luzes da queima de fogos. Demais!



Um adendo: todos os shows começam e terminam numa pontualidade invejável! Algo muito diferente para os padrões brasileiros, vamos combinar!

A volta pra casa foi a mais confortável do mundo: papi foi buscar a gente em Interlagos. Muito amor!!!

Domingo

O segundo dia é sempre mais tranquilo que o primeiro.

Saímos de casa no mesmo horário que o dia anterior, pegamos o trem vazio novamente (e, de novo, fomos sentados e confortáveis até Interlagos) e nenhuma, mas nenhuma fila pra entrar no autódromo.

Entrada tranquila: sem chuva e sem filas

O primeiro show do dia foi do Rudimental, um grupo que toca um eletrônico e que meu amigo queria ver.
Aqui, toda sinceridade do mundo: fui ver a banda cheia de preconceito (quem me conhece sabe que eu não curto muito música eletrônica). Obviamente, paguei a língua. Achei o show fantástico!! Me impressionou de verdade!

Em seguida, aquela parada pra comer (no mesmo lugar do dia anterior, porque né?) e aí começou a chover. Ok, não era aquela pancada de chuva, tava mais pra uma garoa bem forte... vou dizer que deu uma boa desanimada. Mas logo parou e, contrariando toda a previsão do tempo, não choveu mais.

Bom, depois teve a sequência de The Kooks, Foster The People (que eu falei deles aqui) e Young the Giant.
De novo, meia hora de descanso entre um show e outro e, finalmente, The Smashing Pumpkings!
Eu falei neste post aqui o quanto eu esperava desse show e posso dizer que não fiquei nem um pingo decepcionada! O show foi fantástico e me lembrou muito a minha adolescência. Foi demais!


Um evento do porte do Lollapalooza é rodeado de pequenos contratempos, não tem como. São mais de 130 mil pessoas em dois dias de festival.
Eu estaria mentindo se dissesse que passei por algum tipo de problema. Muito pelo contrário, assisti todos os shows com a maior tranquilidade!
De tudo que eu me programei pra ver, digo que consegui ver 90%. Perdi o show do Nem Liminha Ouviu, que eu queria muito ver, mas como é uma banda nacional eu sei que terei outras oportunidades.
Também achei que a estrutura do festival esse ano melhorou demais em relação ao ano passado: a circulação estava melhor e tinha muito mais bares, lanchonetes e banheiros. Pra você ter ideia, estávamos em 5 pessoas e não pegamos fila pra nada.

Sobre o line-up, eu acho massa ser algo bem eclético. Ali tinha gente que curtia de tudo, num único lugar - e não tem como toda essa diversidade ser algo negativo.

Nem preciso dizer que estou numa depressão pós Lolla infinita. Já não vejo a hora do Lollapalooza 2016!



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Para comentar sem utilizar um login do Google basta usar a opção Nome/URL.
;)