Sem Lactose - Como Adaptei a Minha Alimentação | Primeira Gravidez


Olá! Tudo bem?!

No último post, falei sobre a minha intolerância à lactose e o impacto disso na amamentação do meu bebê (link AQUI). Hoje, quero compartilhar com você as adaptações que fiz na minha rotina alimentar por conta disso.
Engraçado que eu já tinha um certo interesse pela alimentação vegetariana, então já havia provado e testado algumas receitas, o que me ajudou muito nessa adaptação com a retirada do leite da minha dieta. 

Eu já sabia pelo o que procurar e em quais primeiras fontes eu conseguiria achar ótimas dicas para os substitutos da minha alimentação. 

Então, o que eu mudei: 
  • Café* com leite - eu amo! Então, busquei uma alternativa que fosse gostosa, claro e que interferisse menos no sabor que eu já estava acostumada. Foi quando encontrei o leite de Castanhas de Caju. Além do sabor ser mais suave, em comparação aos outros leites vegetais, não é necessário coar. Ou seja, só amor!  
*nenhuma médica me proibiu o consumo do café, devido aos resultados dos meus exames e o consumo que faço disso, mas converse sobre o seu caso com o seu médico). 

  • Manteiga e Queijo - ainda não tenho algum produto ou alimento fixo nessa minha nova rotina, o que tenho começado a gostar, pois isso nos abre para um leque de opções mais saudáveis também. Os que mais gostei até agora foram o "cream cheese" de castanha de caju  e o pão na chapa só com azeite. Assim, acho que o sabor do azeite fica menos evidente, o que eu, particularmente, prefiro.
  • Pão - isso é algo que eu não consigo substituir por bolos sem leite ou bowls maravilhosos como os da foto abaixo. Eu preciso de pelo menos um item salgado de manhã! E nas pesquisas que fiz, encontrei um pão pronto, não muito caro e que não contém leite. Achei ótimo! 

Esse pão da Wickbold tem numa versão com os pães quadrados. Esta tem lactose, mas o mais arredondado, como na foto abaixo, é a versão sem leite. Então, fique atento na compra!


  • Bolos - mesmo com algumas alternativas que encontrei sem leite, no mercado, achei que seria mais saudável preparar em casa mesmo e congelar, de forma individual, para tira-los para consumo sempre que eu quisesse. Isso não é muito prático, então com o nascimento do bebê, vou precisar rever esse item, mas há ótimas e muitas receitas na Internet. Só não tenho uma favorita ainda.
  • Macarrão -  esse foi mais fácil do que eu imaginava, pois a maioria não tem leite na composição, mas sempre leia o rótulo para confirmar isso. E como eu já não consumia o molho branco, mantive o molho de tomate ou a opção alho e óleo mesmo.
  • Lanches (hambúrguer, pizza e outros) - A não ser que eu prepare em casa, eu não posso consumir este tipo de alimento, pois provavelmente terá leite no pão ou a inclusão de quejo, então, preferi corta-los da minha rotina ou quando quero muito, procuro por opções veganas.
  • Chocolate, Doces e Sorvete - já procurei alternativas prontas no mercado, achei algumas muito boas, porém, normalmente, são mais caras. Então, resolvi buscar alternativas simples e práticas para preparar em casa. No caso do sorvete, eu substitui por açaí (o que eu já tinha uma preferência) e picolé feito à base de leite de coco. Gosto bastante do Picolé/Sorvete de Milho Vegano. Já o chocolate, encontrei uma receita mais saudável para fazer tipo um tablete e que é ótima também para a TPM, pois eu já fazia antes de engravidar. Eu só substituo o melado de cana por açúcar mascavo, pois é o que eu já tenho em casa.

Essas são as principais substituições no meu dia a dia, mas claro, tenho observado bastante a composição de todas as minhas refeições, fora que, com isso, passei a adotar a marmita de novo na minha rotina. Dependendo para onde vou e quanto tempo ficarei fora de casa, já levo alternativas ou um lanchinho mesmo preparado em casa. Isso garante que eu saia tranquila de casa. 

Além disso, passei a consumir muito mais frutas e legumes em termos de variedade de tipos e modo de consumo. O que salva muitos lanches da manhã e da tarde. Uma mousse de abacate com cacau, um pãozinho sem queijo a base de mandioquinha, uma batata doce cozida ou um bowl de frutas, por exemplo, são ótimos substitutos! 

Enfim, essa nova dieta tem exigido um planejamento maior da minha alimentação e assim, das compras do supermercado, o que eu acho que tem sido um ótimo exercício para quando o bebê começar a introdução alimentar. Dessa forma, já tenho opções mais saudáveis para preparo e consumo da família toda.

Espero que tenha gostado das sugestões, compartilhe com a família e amigos, conte também para nós as suas sugestões e o mais importante: procure sempre a opinião de um profissional antes de tirar as suas conclusões e fazer as suas adaptações, combinado? 

Beijos e até a próxima!



Minha Intolerância à Lactose e a Amamentação do Bebê | Primeira Gravidez


Olá! Tudo bem?!

Se você não leu o meu post anterior sobre o prurido gestacional, clique AQUI para saber mais a respeito. Essa foi a minha primeira condição que precisei me adaptar ao longo da gravidez.

Porém, houve também uma segunda condição: a minha dieta sem lactose. E é isso que vim compartilhar com você neste post.


É muito comum ouvirmos o termo, mas na verdade, existem dois tipos mais comuns de intolerância: a intolerância à lactose e a intolerância à proteína do leite. 

Lactose x Proteína do Leite

A lactose é o açúcar presente no leite. A pessoa intolerante a este açúcar costuma sentir desconfortos gástricos, níveis os quais variam de pessoa para pessoa. Por exemplo, à tarde, você já optou por tomar um copo de leite com achocolatado e depois, sentiu uma grande sensação de estufamento? Esse é um dos muitos desconfortos causados pela intolerância à lactose.

Há estudos que indicam que mais ou menos 80% dos brasileiros possuem algum grau de intolerância à lactose, visto que, com o passar dos anos, as pessoas param de produzir a enzima lactase, responsável pela quebra desse açúcar no organismo. 

Já a caseína ou proteína do leite é mais agressivo ao organismo do que a lactose, pois o organismo reage à essa proteína em forma de alergia, podendo até causar alterações na concentração e na memória. 

A Dieta para Cada Caso

Até conversar com a pediatra do meu bebê e pesquisar melhor sobre o assunto, eu não sabia das diferenças acima, quem dirá sobre a dieta específica para cada caso. 

Foi quando descobri que os intolerantes à lactose, dependendo do nível, podem consumir leites e/ou derivados, porém em porções menores. Ou senão, consumir aqueles produtos denominados "zero lactose" que, hoje, ainda bem, há muitas opções no mercado. 

Se você ler os rótulos destes produtos, você vai ver que este tipo de produto tem lactose, sim, porém há uma adição de enzima lactase para que o seu organismo consiga absorver melhor e consumir o produto.

Já no caso dos intolerantes à proteína do leite (ou alérgicos), precisam retirar totalmente a lactose da sua alimentação. Ou seja, os produtos "zero lactose" também não podem ser consumidos e é necessário fazer uma readequação alimentar, substituindo os leites e derivados. 

A Minha Intolerância

Quando eu nasci, eu rejeitei o leite da minha mãe por quase uma semana até entenderem que eu não mamava por causa da intolerância à lactose. Eu não era alérgica, mas o nível de desconforto deveria ser muito grande, pois eu não aceitei de forma alguma o leite da minha mãe, nem as fórmulas que me deram depois. 

Só aceitei quando me deram uma fórmula a base de soja, que foi substituída por extrato de soja com o passar do tempo. E isso ocorreu até eu fazer uns 2 anos. Depois, passei a consumir leite de vaca e derivados normalmente. 

E uma observação: mesmo não consumindo o leite materno, não apresentei diferença alguma na saúde e desenvolvimento se comparado à minha irmã, que tomou o leite materno até um pouco mais de 1 ano. Mas cada caso é um caso!

Com o passar do tempo, sinto que a minha intolerância aumenta lentamente, mas em proporções muito menores. De qualquer forma, eu evito alguns derivados ou a alta ingestão destes e os horários que eu consumo também fazem diferença. Por exemplo, de manhã é o melhor horário para o meu consumo, pois o meu organismo está muito acelerado para digestão e absorção desses alimentos.

O Impacto da Minha Intolerância na Amamentação

Devido a este episódio quando eu era bebê e ao meu atual nível de intolerância, a pediatra do meu bebê recomendou que eu considerasse a dieta da intolerância à proteína do leite, ou seja, a retirada total do leite e seus derivados. 

Tudo isso para não corrermos o risco do bebê rejeitar o meu leite também, pois é provável que o meu bebê sofra de intolerância à minha intolerância à lactose. Louco isso, não é?

Por isso, resolvi seguir a recomendação da médica e posso dizer que estou há quase 1 mês sem o consumo de leite, tempo suficiente para que o meu leite, quando o bebê nascer, esteja o mais ausente possível da lactose e da proteína do leite.

Com o passar das semanas, voltaremos a introduzir aos poucos o leite e derivados na minha alimentação e observar a reação do bebê. Com base nisso, regularemos a minha dieta e a aceitação dele à lactose, pois segundo a médica, ela pretende introduzir esse tipo de alimento aos poucos, para não deixa-lo totalmente ausente do consumo, senão o organismo dele pode não criar as enzimas e resistência suficientes, o que pode torna-lo alérgico a vida toda.

Ou seja, resolvemos agir a partir da retirada até o consumo parcial ou total, ao invés de ver na hora o que aconteceria. Assim, garantimos que ele aproveitará bem o colostro, independente de intolerância ou não. 

Aviso! É importante ressaltar que não sou médica e só compartilho aqui a minha experiência e o que pesquiso a respeito dos assunto, mas nada disso substitui a opinião de um profissional. Então, caso necessário, procure um médico!

E o que Eu Tenho Achado Disso...

No início, achei que seria muito difícil e complicado, pois eu amo queijos mais suaves como queijo branco, mussarela, queijo mineiro, etc. Mas eu não queria e não vou arriscar a amamentação do meu filho por isso! 

Então, comecei a pesquisar várias alternativas de substituições e abrir a minha mente, rotina e paladar para novas opções. E tem sido ótimo! 

Estou descobrindo uma alimentação, mais saudável, o que já refletiu no meu último exame de sangue, isso com só um pouco mais de 2 semanas da dieta em prática e também tenho descoberto o prazer em cuidar mais dos alimentos que ingiro e o preparo em si. 

Não é uma dieta prática, pois você precisa de paciência e cautela para pensar na composição de todos os alimentos e criatividade para fazer as receitas das substituições, mas acredite: vale a pena!


Enfim, este post ficou enorme e por isso, vou compartilhar em outro post o que e pelo o que eu substituí os alimentos na minha rotina e que são mais comuns no cardápio brasileiro. 

Espero que eu tenha te ajudado de alguma forma e que você possa compartilhar este post com quem pode precisar dessa ajuda! 

Beijos e até a próxima!



Prurido Gestacional (ou uma Coceira Insuportável) | Primeira Gravidez


Olá! Tudo bem?!

Já te peço desculpas pelo sumiço aqui no blog! 
Porém, eu não poderia deixar de compartilhar essa experiência durante a minha gravidez, como forma de alerta à outras mulheres, gestantes e respectivos (as) companheiros (as). 

Compartilhei no meu último post "Primeira Gravidez | Sintomas, (Muitos) Desejos e Aversões", os primeiros sintomas que senti e por mais que a mudança em meu corpo fosse nítida e muito doida, na minha opinião, a minha gravidez foi bem tranquila. 

Porém, foi a partir da 30ª semana, após um ultrassom de rotina, que essa tranquilidade passou: passei a sentir uma coceira insuportável na minha barriga! E quando digo insuportável é porque não se trata daquela coceira que ocorre apenas pelo estiramento da pele e que pode "causar" as tão temidas estrias.

Observação! Segundo a minha dermatologista, estrias e manchas na pele que, normalmente, aparecem ou ficam mais evidentes durante a gravidez são genéticas. Tratamentos e cremes ajudam a minimizar a intensidade, mas não evitam, caso você tenha propensão a isso. Então, não se iluda e muito menos entre na paranoia das mulheres que te disserem "Coceira? Ixi, isso é estria aparecendo, viu? Quanto mais você coçar, mais marcado o seu corpo fica". 

Depois de uns 10 minutos de intensa coceira, após o ultrassom, o sintoma foi diminuindo, mas cocei tanto o local que cheguei a me machucar e assim, a barriga começou a arder. Fiquei muito assustada, pois nunca havia sentido aquilo! 

E ao conversar a respeito com a minha ginecologista obstetra foi quando tive o diagnóstico: prurido gestacional. E quando eu comento com as pessoas, até hoje, todas me disseram nunca terem ouvido falar disso. Então, vamos lá!


O que é?

Prurido gestacional é um tipo de dermatose (ou manifestação cutânea) que ocorre devido à produção excessiva de hormônios, mais especificamente, o estrogênio e que uma minoria das gestantes apresenta durante a gravidez.

Sintomas

Aparece por volta da 25ª semana, num local específico ou no corpo todo, em forma de uma coceira super intensa, podendo apresentar piora ou melhora ao longo das semanas, mas não o sumiço total ou sua cura. Na maioria dos casos, isso passa em até 48 horas após o parto ou em exceções, o quadro pode se estender por mais algumas semanas. 

Prevenção

Infelizmente, até o momento, não há como identificar previamente se a gestante terá ou não esta condição. E mesmo que ela tenha na primeira gravidez, não quer dizer que o mesmo acontecerá nas seguintes e vice versa. 

Tratamento e Cura

Primeiro, procure sempre o (a) médico (a) que está acompanhando o seu pré natal para que você receba tratamento adequado e de acordo com o seu caso, combinado? 

No meu caso, a minha coceira foi aumentando com o passar das semanas e conforme eu fazia outros ultrassons. Então, num primeiro momento, as recomendações foram: 
  • evitar sol ou lugares quentes, pois o calor ativa ainda mais a coceira
  • por conta do calor e também aquecimento do corpo, tive que suspender exercícios físicos, no meu caso, o pilates
  • manter o local da coceira seco e bem arejado, ou seja, o climatizador tem sido o meu melhor amigo nesse período
  • tomar banhos mornos para frios, porém, rápidos, pois a água, independente da temperatura, também aumenta a intensidade da minha coceira
  • não passar nenhum tipo de creme, mesmo que leves, sem fragrância ou hipoalergênicos. No meu caso, eu ainda arrisco passar uma quantidade bem pequena de óleo de coco, quando eu sinto menos coceira ou ardência na pele, pois sinto que isso ajuda muito na cicatrização da minha pele (sim, há vezes em que coço até machucar e sangrar a pele, tamanha é a intensidade da coceira)
Porém, umas 2 semanas depois dos primeiros sintomas, a médica precisou receitar um antialérgico e na semana seguinte, também após um ultrassom, sabíamos que a intensidade da coceira seria ainda maior, então a recomendação foi para que eu me direcionasse imediatamente para o pronto socorro.

No hospital, fizeram uma medicação intravenosa de antialérgico e corticoides para reduzir a minha coceira, o que realmente fez muita diferença por 2 dias até a minha próxima consulta. Na consulta, a médica me passou outro antialérgico, um pouco mais forte que o anterior, para eu tomar até o parto e um corticoide para tomar por poucos dias. 

Prurido e o bebê

Essa coceira é benigna e não afeta o bebê e a mulher sentirá o alívio após o seu nascimento. Porém, dependendo do caso, pode causar partos prematuros. 

Importante! Cada caso é um caso! A coceira pode apresentar outras complicações, sendo uma delas ligada ao fígado e exigirá outras análises. Por isso, não vou nem mencionar os remédios que tomei para que, independente do que houver, você procure o seu médico!

Enfim, como a minha gravidez tem sido tranquila, com exceção, claro, dessa coceira e a minha saúde e o desenvolvimento do bebê estão ótimos, a médica decidiu não pedir outros ultrassons para "não causar sofrimento desnecessário" e isso já me trouxe um alívio que você não imagina!

Sinto que a coceira diminuiu depois de quase 4 semanas do último ultrassom. Tenho me cuidado bastante, evito sair de casa, o que tem sido ótimo para cuidar de mim, descansar e cuidar dos últimos detalhes para a chegada do bebê. 

Como ajudar uma grávida nessas condições

Se ela já recebeu instruções médicas, apenas pergunte à ela o que você pode fazer para ajuda-la e o mais importante: mantenha a calma! Muitas perguntas, conselhos e palpites do que fazer ou não só nos deixam mais preocupadas e agitadas, o que faz com que a coceira fique mais irritada. Uma rede de apoio é essencial nesse momento!

E acredite quando a grávida disser que...

...sim, os sintomas podem melhorar, mas que isso só passa depois do parto.
...ela já fez tudo o que pôde e que está esperando a crise passar (pois provavelmente ela já sabe o que melhora ou piora a situação ou está em fase de observação)
...quer ficar mais reservada em casa, sem poder sair para encontrar as pessoas ou receber visitas, pois se estiver calor, ela deve querer ficar em casa, vestindo um top e um shorts ou só calcinha mesmo, com o ventilador direcionado na sua coceira. O que é uma das melhores formas de preveni-la e minimiza-la. 

De modo geral, a sua calma e compreensão nessa hora são essenciais para uma grávida nesse estado.

Aprendizado

No início, por causa da intensidade da coceira e ardência aliados à falta de conhecimento e informação sobre o assunto, me deixaram meio apavorada. Não porque eu achava que isso poderia afetar o bebê, pois a médica disse que isso não o afetaria, mas porque eu achava que eu não seria capaz de suportar tal condição, chegar até o final da gravidez e assim, poder proporcionar o desenvolvimento completo ao meu bebê. 

Depois de algumas semanas lendo a respeito, vendo possibilidades com a médica para minimizar a coceira, me observando mais e cuidando de mim, percebi que os meus maiores aprendizados com o prurido foram: 
  • conhecimento e informação dão muita segurança: quando eu comecei a entender os sintomas, o tratamento, a prevenção e que isso vai passar, fiquei bem mais tranquila! E percebi o quanto essa falta de conhecimento e informação sobre o assunto apavorava e ainda apavora muita gente que conversa ou encontra comigo.
  • sou muito mais forte do que eu imaginava: nós nos subestimamos como indivíduos, principalmente, como um ser com todo o potencial de uma natureza perfeita para gerar outro ser humano. E realmente, quando se trata do seu filho, você faz o possível e o impossível por ele! E quando digo isso, não me refiro à você chegar até o final da gestação, mas sim, entregar o seu melhor, dentro das condições viáveis para você e seu bebê. 
O post foi longo, mas eu queria compartilhar o máximo de informações possíveis aqui sobre esta experiência que, sim, atinge uma minoria das grávidas, mas atingiu a mim e senti uma certa dificuldade em encontrar mais materiais e depoimentos sobre o assunto. 

Espero, de verdade, que você nunca tenha que passar por isso, mas caso você conhecer alguém nestas condições, compartilhe esse post com ela, combinado? E é aquilo: é um grande desafio, mas passa!

Beijos e até a próxima!