Primeira Gravidez | Expectativas, Ansiedade e Cobranças


Sumi, muitas coisas aconteceram na vida profissional e na pessoal, então aguenta que lá vem textão!

Sim, estou grávida, neste momento, de 5 meses e depois de uma enquete em nosso Instagram Stories (@aqueleblog), vou compartilhar aqui alguns momentos dessa nova fase da minha vida. 

Porém, ao invés de fazer um Diário da Gravidez, gostaria de compartilhar algumas dicas que foram e ainda são fundamentais nesse período, mas também para conversarmos sobre este momento que gera tantas preocupações, dúvidas e anseios. 

Hoje, quero falar das sensações que a mulher e/ou casal tem antes mesmo de engravidar: a expectativa, a ansiedade e a cobrança.

Se você, assim como eu, tem um relacionamento mais longo e/ou já entrou na casa dos 30, provavelmente já ouviu algum comentário do tipo:

"E aí? Não vai ter filho, não? Já está na hora, não acha?"

E desculpe, mas se eu acho ou não, esse é um grande passo para um casal, no qual a decisão não pode ser tomada com base na idade ou tempo de relacionamento. 

Até porque, acho que toda essa cobrança da família, amigos, enfim, da sociedade como um todo, querendo ou não, gera certa angústia no casal que pode ou não estar planejando ter filhos. 

Por conta dessa nova fase, tenho ouvido mais relatos e de pessoas próximas, que eu não fazia ideia, de estarem há mais de 1 ano ou 3 ou até 7 anos tentando ter o primeiro filho(a), sem sucesso. 

E é aí que eu quero chegar: já parou para pensar em quantas vezes você perguntou para algum casal sobre o primeiro filho(a) e você nem sabia a história de vida deles? Se, por acaso, eles já não estavam tentando há algum tempo e não conseguiam engravidar? 

Eu admito que anos atrás, fiz muito isso e acho que, por conta do meu amadurecimento com relação à maternidade como um todo, antes mesmo de engravidar, fez com que eu prestasse mais atenção nisso. A ter mais empatia pelo meu próximo. Porque, sim, isso é questão de empatia!

Não estou aqui para dar lição de moral em ninguém, pois como eu disse, eu também já errei muito sobre isso e ainda erro, mas queria muito compartilhar esse alerta! 

E também para dizer à você, leitora, que pensa, planeja ou já tenta engravidar há algum tempo, você e seu companheiro(a) já fizeram todos os exames e não têm qualquer problema de saúde e não sabem mais o que fazer, a minha sugestão: não se cobre!

O estresse, a auto cobrança e a frustração da vinda de mais uma menstruação afetam muito o nosso psicológico! 

E se você ainda não fez isso, sugiro que você e seu companheiro(a) não contem à NINGUÉM que estão tentando engravidar, porque essas sensações acima quadruplicam! 

Imagine você, ouvindo todo mês "E aí? Deu certo? E esse mês? Menstruou?" e ter que lidar, não só com a sua própria frustração, mas também com a frustração de quem você ama, porque você ainda não está grávida? Esse fardo é muito pesado!!

Eu e o marido, por já ouvirmos muita cobrança de família e amigos e por conhece-los, não tivemos qualquer dúvida desde que começamos a nos planejar: contaríamos para as famílias só depois dos 3 primeiros meses (que é o período de maior risco de aborto espontâneo) e para todos, depois do ultrassom morfológico do 1º trimestre (o exame mais importante para saber se está tudo bem com o bebê). 

Foi a melhor decisão que tomamos e a mais gostosa, sendo bem sincera! 

Eu e o marido nos aproximamos muito mais por viver um momento que era só nosso, literalmente! Além disso, foi ótimo o tempo que tivemos para estudarmos e planejarmos como seriam as nossas vidas, a partir da notícia da gravidez, pois agora, por mais que as pessoas opinem e palpitem, nós já sabemos qual rumo queremos tomar e como lidar com certas situações. Filtramos o que ouvimos e seguimos em frente.

E não, não pense que foi fácil e rápido eu engravidar (olha a empatia aí...)! Fazia um pouco mais de 1 ano que eu havia parado de tomar anticoncepcional devido à vários efeitos colaterais. E só depois desse período, é que eu e o marido decidimos procurar um(a) profissional para fazer todos os exames e ver se a nossa saúde estava ok para, caso não estivesse, já providenciarmos o que fosse necessário. 

Ou seja, num total, foram 1 ano e meio até engravidarmos e sinceramente, se eu tivesse contado para qualquer pessoa, do jeito que eu já me cobro por tudo, eu não teria engravidado ainda. 

Claro que se você acha que esse apoio da família e amigos tem efeito contrário ao que comentei acima, por favor, faça o que é melhor para você! Estou só compartilhando uma experiência minha e de outras pessoas com quem tenho conversado, mas nada disso, assim como a maternidade num todo, não tem padrão. 

O que mais importa nisso tudo é que você se sinta bem, independente de qualquer opinião alheia! 

E o que você acha disso? Compartilha a sua história aqui também, se quiser, claro! Será um prazer aprender com cada compartilhamento! 

Beijos e até a próxima!




Fala Patti: Sobre a banalização do amor


Ei gente!
Tudo bem?

Domingo de manhã quando estou escrevendo esse texto.
Aqui, com meu cafézinho, com um tempo esquisito que tá fazendo (meio friozinho, até... vai entender São Paulo, né?), sozinha em casa, me peguei pensando na vida.



Muita coisa aconteceu comigo nesse período de hiato do blog. Mas MUITA coisa. E quando eu achei que a vida tava entrando nos trilhos de novo, pimba! Muita coisa mudou... de novo!
Não estou aqui pra falar dessas mudanças, até porque isso renderia uns 16 Fala Patti! Vou deixar essa pauta pra depois!
Hoje eu estou aqui pra conversar com você sobre a banalização do amor.

Eu ouvi isso esses dias, de alguém que estava ate incomodado com essa "banalização". Segundo essa pessoa, "eu te amo" virou "bom dia". Perdeu a importância. Banalizou.

Fiquei pensando tanto nisso - mais pelo fato de sempre citar o amor nas minhas redes sociais, por exemplo. Será que eu banalizei o amor? Onde está o amor?
  • No dia que as coisas por aqui apertavam, eu corria pro colo dos meus pais e da minha irmã. O olhar deles de preocupação, o carinho... me ajudavam a sair das horas de crise. Isso é o que? Amor.
  • Também incluo a preocupação dos meus amigos, a paciência em entender que nem sempre eu estaria presente nos compromissos (por não estar bem mesmo, depressão é uma merda) e ainda assim, me cobriam de carinho e compreensão. E isso também é amor.
  • E as conversas, os conselhos, os áudios enormes no Whats App das amigas que me faziam companhia. Até das vezes que a Akemi me fez lembrar do que era realmente importante(e sério, não foi só uma vez, foram várias!!). Amor!
  • Das minhas alunas queridas das aulas de terça, que me olham com um olhar carinhoso toda vez que terminam uma peça em feltro (eu contei isso aqui? Tenho dado aula de feltro todas as terças para um grupo de senhorinhas). É tanto amor que nem sei!
  • O meu trabalho,que tenho tentado colocar cada vez mais amor - porque percebi a diferença que isso faz no resultado final.
Hoje de manhã, até as lambidinhas do Amigão me fizeram lembrar que o amor está em tudo mesmo. A gente é que não vê. Li uma frase do @blogdolucao que me fez pensar muito em como eu gostaria de ver a vida:

Gente, alguém conhece esse moço? O insta dele é maravilhoso! Sigam!!


Mas Patti, sua louca! O que isso tem a ver com o amor banalizado?
Eu sinceramente estou doida pra ouvir a sua opinião sobre isso, leitor querido! Você acha que o amor banalizou? Ou a gente é que não sabe olhar as coisas com amor?

Na minha opinião, se me permite, banalizamos tanta coisa hoje em dia. Por que não banalizar o amor?

<3
Um beijo e até mais!



Testei | Iluminador Stick Vult


Ei gente!
Tudo certinho?

Há algum tempo a Vult lançou uma linha de produtos em stick - blushes, bronzers e iluminadores. Eu achei bem legal esse lançamento - particularmente eu adoro produtos nessa textura. Corri comprar o iluminador e é sobre ele que eu venho falar hoje! :)



O que diz a marca: "Com textura cremosa e acabamento cintilante proporciona luminosidade à pele de maneira uniforme e natural.Prática, a embalagem em formato stick com mecanismo retrátil é perfeita para estar sempre a mão em qualquer ocasião!".

O iluminador foi lançado em três tons e eu escolhi a cor de número 01, que é mais perolada. Ele é retrátil e vem com 4g de produto, o que eu achei uma quantidade bem ok.



A aplicação dele acaba sendo bem simples, já que dá pra passar direto no rosto e espalhar com os dedos. Quem tem a pele muito oleosa, acredito que tenha que selar com um iluminador em pó - o que também aumentaria a fixação dele. Na minha pele, que é mista e tende a ficar normal agora no inverno, durou em torno de três horas. Sinceramente, não achei a duração lá aquelas coisas, mas é um passo da make que dá pra retocar, se for o caso.

Olha como ele ficou na minha pele depois da maquiagem pronta:



Eu paguei em torno de R$ 22 e achei o preço super justo - lembrando que há variância de preços de acordo com cada região. Aprovadíssimo! Lembrando que aqui no blog também já teve a resenha do iluminador da Max Love - e é muito bom saber que tem marcas acessíveis com preços justos, né?

Indicaria esse produto? Sim, se você ainda não tem um iluminador na necessaire e quer testar um que seja bom e baratinho! 

Outra coisa que eu queria pontuar é que não recebemos para resenhar esse produto - euzinha comprei na perfumaria e esse post não é patrocinado. ;)

Gostaram da resenha? :)
Um beijão e até mais!