A Desconstrução da Silhueta Feminina


Justamente por nos encantar, surpreender, criar desejos, reações e, às vezes, até mesmo aversões, a moda é um reflexo da sociedade como um todo ou de recortes de discussões paralelas à economia e ao sobe-e-desce do dólar. Ou seja, um reflexo da vida real.

Podemos enxergar isso melhor quando entendemos que nichos e subculturas sempre se utilizaram da moda para expressar seus gostos e preferências, sejam eles musicais, políticos ou de interesses compartilhados entre essas pessoas. não como um uniforme, mas uma ferramenta de expressão.


Se também considerarmos que moda é heteronormativamente por tabela associada  às mulheres, conseguimos fazer um link rápido entre as pautas feministas que tanto desabrocham hoje em dia (graças à deusa) e a maneira como a moda desdobra esse conceito para o “vestível”.

O empoderamento feminino está diretamente relacionado com o vestir, pois as roupas das mulheres sempre foram pautadas (para não dizer palpitadas) pelo patriarcado. Desde as muitas camadas de tecidos para cobrir nossas “vergonhas” em eras medievais até a hipersexualização de um jeans justíssimo com bolsos rasos para que uma carteira ou celular não “deforme” nossas curvas, tudo sempre teve um “quê” de aprovação ou rejeição masculina.

Hoje em dia, a moda se apresenta como uma chave de libertação para as mulheres, e não mais uma vilã que dita quem devemos ser, como devemos nos vestir, qual tamanho e formato devem ser nossos corpos, qual é o número ideal de manequim… não existe mais ideal, os padrões estão sendo desconstruídos, olhos sendo abertos e oportunidades sendo criadas, quando não inventadas!


A desconstrução da silhueta feminina, que sempre foi sexy e delineada, justa e decotada, moldada e preenchida, se apresenta como mais uma conquista para o gênero feminino. E, vendo exemplos disso entre todas nós, das fashionistas à street style-aholics, das early adopters às curiosas, é fácil entender porquê: confortável, criativa e inovadora nos nossos guarda-roupas, (mais) essa desconstrução veio pra ficar.



Empoderar através da forma de vestir é o que pode existir de mais autêntico em você. Permita-se, descubra-se, divirta-se!



3 Perfis que Estou Amando Seguir no Instagram


Se tem uma rede social que amo acompanhar é o Instagram! Lá sou muito mais ativa do que no Facebook, por exemplo, porque acho muito mais prático, mais sucinto e visualmente, mais bonito. 

Por isso, decidi que vou começar a compartilhar aqui no blog, de tempos em tempos, alguns perfis que mais tenho acompanhado. O que acha?

Então, vamos lá!

1. Luisa Accorsi: blogueira/youtuber brasileira de moda e viagens.

Foi a Patti quem me indicou os vlogs da Luisa há alguns meses e só depois de algumas semanas passei a acompanhar e não consigo mais deixar de assistir. 

E quando procurei pelo perfil dela no Instagram, fiquei chocada! O feed dela é lindo, cheio de fotos muito bem feitas e fora as viagens que ela mostra! Essa é uma delas em Myanmmar (país localizado ao sul da Ásia continental).


2. O Segredo Oficial: mensagens motivacionais

Por causa do meu trabalho, busco muitas referências diárias, principalmente, motivacionais. E acho esse perfil um dos melhores, num geral. Gosto muito por não ser voltado para um público específico apenas, mas é para todos nós, como motivação, reflexão e consciência. 



3. Soulminimalist: perfil que reúne as melhores fotos da tag #soulminimalist

Talvez eu nunca tenha compartilhado aqui o meu interesse pela vida simplificada e pelo minimalismo. Não que eu viva isso, mas busco dentro das minhas possibilidades, pois acho um estilo de vida bem desafiador para ser alcançado.

Enfim, por isso, tenho gostado muito desse perfil! Para observar o olhar de uma pessoa minimalista ou que resumiu o minimalismo numa foto. É ver como o menos pode realmente ser mais ou o suficiente.

· 🏆 @macenzo ━━━━━━━━━━━━━━━━ CONGRATULATIONS! · Please take a moment to support our featured artist by congratulating and visiting his/her wonderful gallery! · Photo selected by @milenafrazz · For a chance to be featured use: ✪ #SOULMINIMALIST ✪ ━━━━━━━━━━━━━━━━ Follow our friends: ♥ @minimal_int ♥ @paradiseofminimal ━━━━━━━━━━━━━━━━ #paradiseofminimal#killerminimal #loves_minimal #great_captures_minimal #ig_minimalshots #minimalexperience #unlimitedminimal#rsa_minimal#minimal_perfection #9minimal7 #ig_minimalismo#minimalha #learnminimalism#ptk_minimal#pocket_minimal #supermegamasterpics_minimal#loves_minimalism#mnm_gram#minimalint#amateurs_minimal#mini_funtastic#tv_simplicity#minimal_lookup#minimal_greece#arkiminimal #minimalzine#jj_minimalarts
Uma publicação compartilhada por Tag #SOULMINIMALIST (@soulminimalist) em

E você gosta do Instagram? Sugere aqui algum perfil para seguirmos também! Vou adorar ver as sugestões!

Beijos e até a próxima!



Fala Patti: Eu, a Patti de 18 e Grey's Anatomy


Oi pessoal!
Tudo certinho por aí?

Antes que você venha cheio das expectativas, esse não é um post sobre a série em si (apesar de agora eu achar que super valeria a pena um post só sobre essa série, porque é incrível, juro!), e sim sobre a minha relutância em acompanhar coisas da moda.



É verdade que isso não acontece bem com tuuudo que é da moda: tem coisas que são da moda e eu amo, tipo MasterChef (não perco um programa sequer, desde a primeira temporada). Mas, no geral, quando uma coisa faz muito sucesso eu crio um bloqueio besta... e simplesmente ignoro! Um exemplo disso: no alto dos meus 31 anos, nunca li nem vi absolutamente nada a respeito do Harry Potter, que um monte de gente ama.

Parte da culpa eu coloco na Patti de 18 anos. Sério, vocês tinham que ver como ela era: sabia os poemas do Drummond de cor, lia os clássicos da literatura nacional por prazer, amava em profundo a Mafalda (personagem em quadrinhos que não era assim tão popular com as outras pessoas de 18). Ela tinha até uma relutância em ler/ouvir o que era da moda... Exatamente como eu sou hoje!!

Assistindo Grey's Anatomy, fiquei pensando por que não evoluí nesse sentido. Confesso que melhorei muito, mas essa "preguicinha" de dar uma chance para algo muito popular, como um filme, um livro, uma série, ainda é bem persistente.

Veja, não quero aqui pagar de cult, de jeito nenhum, não é esse o sentido do post. Até porque, quem sai sempre perdendo nessa de ignorar o que é da moda, sou eu mesma.
Agora, estou apaixonada por Grey's Anatomy. E o sentimento quando isso acontece é sempre o mesmo: fico me sentindo a própria Pateta. Por que eu faço isso?


Você sabe que rola uma reflexão sobre o Fala Patti da vez, né? Me conta: você também é assim? Tem uma preguicinha em acompanhar alguma coisa super popular? 

Minha meta a partir de agora é olhar com mais carinho para tudo que me indicam. E parar de perder coisas incríveis, como Grey's Anatomy. Quem sabe um dia eu até assista Harry Potter. E 50 Tons de Cinza.

Obrigada por ler meu desabafo da vez! :)
Um beijão e até mais!!